apresentação
CLIMA RIO 2006

ClimaRio 2006
Apesar da chuva, o CLIMARIO 2006 foi sucesso de público com mais de 5 mil pessoas presentes.
O evento superou, em muito, as expectativas, tanto dos organizadores quanto dos expositores. Mais de 5 mil pessoas estiveram presentes no Armazém 6 do Porto do Rio apesar das péssimas condições do tempo.

Com uma afluência de mais de 5 mil visitantes profissionais, o CLIMARIO 2006, realizado de 23 a 25 de maio no Armazém 6 do Porto do Rio, logrou um incremento de público presente nos três dias de duração do evento da ordem de mais de 30% maior do que o verificado em sua segunda edição, em 2004. Esta cifra vem retificar a importância deste encontro e sua destacada posição como um dos principais eventos do setor no Brasil. Cabe ressaltar a numerosa participação de profissionais do mercado no Rio de Janeiro, em resposta às campanhas de promoção e divulgação desenvolvidas pela organização do evento.
Essa participação significativa reflete a consolidação do CLIMARIO como um forte indutor da expansão e da importância do setor no mercado do Rio de Janeiro. As empresas expositoras ficaram bastante satisfeitas com a qualidade do público presente e a grande maioria, conforme pesquisa efetuada, certamente estará presente em 2008.
O CLIMARIO 2006 se converteu, durante três dias, em um privilegiado fórum de informações, através da celebração do CONGRESSO INTERNACIONAL DE CLIMATIZAÇÃO, ENERGIA ALTERNATIVA E MEIO AMBIENTE, além de um extenso programa de Palestras Técnicas, ministradas em duas salas situadas no prédio Anexo do Armazém 6.

EVOLUÇÃO DO EVENTO
Público
2002: 2.863
2004: 3.785
2006: 5.092*
Incremento em relação a 2004: 34 %

Estandes
2002: 43
2004: 64
2006: 75*
Incremento em relação a 2004: 17 %

Expositores
2002: 60
2004: 72
2006: 88*
Incremento em relação a 2004: 22 %

Área Feira
2002: 943 m2
2004: 1.555 m2
2006: 1.772 m2*
Incremento em relação a 2004: 14 %

Área Total Ocupada
2002: 1.630 m2 (Galpão das Artes MAM)
2004: 2.754 m2 (Galpão das Artes MAM + Tenda)
2006: 4.400 m2* (Armazém 6 Porto do Rio + Anexo)
Incremento em relação a 2004: 60 %

* Incluindo Rio Ambiente

“O desenho da feira ficou muito melhor. Os estandes estão mais valorizados e bonitos”

Tulius Isidoro Lopes
Balg do Brasil


“O mercado do Rio vem crescendo e o Climario é uma excelente vitrine para os nossos serviços. Os clientes ficaram satisfeitos.”

Christiane Rodrigues
Hidroservice


“Não podemos reclamar do movimento. O público é bastante qualificado e estamos vendo boas perspectivas para o futuro.”

Luis Gustavo Moutinho
Interclima Refrigeração


“É a primeira vez que participamos de uma feira no Rio de Janeiro e o público se mostrou bastante interessado no nosso produto e já fizemos alguns bons negócios.”

Dalvir Alvise
Polar Ar Condicionado


“No Rio, é a nossa primeira vez e estamos bastante satisfeitos com o movimento da feira e fazendo muitos contatos.”

Vanderson Scheibler
Serraf


“Participamos desde a primeira edição do Climario e, desta vez, investimos em uma infra-estrutura maior e não nos arrependemos. O público foi excelente.”

Jurandir Amorim
JAP Refrigeração


“Sempre prestigiamos o Climario e estamos satisfeitos.”

Valois Costa
Belimo


“Gostamos do local da feira. O que importa é o resultado final e o público compareceu. Para nós, foi ótimo. Certamente estaremos em 2008”.

Luiz Henrique
Hitachi


“Ficamos satisfeitos com o resultado. Fizemos muitos contatos e as perspectivas de negócios foram excelentes.”

Marcelo Oliveira
Climafrio


“Somos parceiros do Climario desde o início e ficamos satisfeitos com o resultado da feira.”

José Renato del Panta
DRB


“Para nós, o Climario sempre deu excelentes resultados. Desta vez, não foi diferente. Nosso estande esteve sempre cheio de clientes, amigos e convidados.”

Francisco Pereira
Tropical Rio


“Gostamos do espaço e da qualidade do público visitante. Nosso estande foi muito bem visitado”.

Paulo Caiado
Refrigeração Sudeste


CLIMA RIO 2004

ClimaRio 2004 Sucesso em Dobro

Em sua segunda edição o CLIMARIO aumentou: o número de participantes e a área de exposição dobraram. O CLIMARIO 2004 divulgou as últimas novidades e tendências do setor de climatização e permitiu o intercâmbio de informações e negócios entre os expositores e visitantes.
Teve um público estimado de 4 mil pessoas, 66 estandes e 72 expositores. Uma área total de 2.754m2 incluía um restaurante, duas salas de palestras e áreas de apoio com secretaria, credenciamento e sala de imprensa.
O Congresso manteve seu excelente nível através da participação de diversos profissionais.
A feira proporcionou aos seus participantes a revisão e realização de contatos e o conhecimento de novos lançamentos do mercado.
O Congresso, coordenado pelo Engenheiro Edison Tito Guimarães, teve a participação de profissionais renomados que discutiram por três dias soluções, mercado, experiências, problemas e fatos.

O estande da empresa CETEST, um dos primeiros da feira, com uma ambientação super agradável, foi digno de elogios. Felipe Decourt, Gerente de Estratégia e Marketing da CETEST, afirmou que através da participação no Congresso durante a primeira edição do CLIMARIO, em 2002, a empresa agregou informações e desenvolveu uma área de marketing e estratégia, tornando-se possível participar do CLIMARIO 2004 também como expositora. Falou da importância de participar da feira por tratar-se de um excelente canal de promoção e troca de informações.

A CEG, uma empresa que está sempre em busca da melhoria da qualidade em relação aos seus clientes, não ficou de fora, participando do evento com o maior estande da feira. Segundo Alexandre Schubert, a feira cresceu bastante e estava muito bem organizada. Parabenizou a organização do Congresso pelo seu excelente nível técnico, do qual a CEG participou com uma palestra institucional. Enfatizou a expectativa dos usuários em torno da distribuição de gás canalizado em toda a cidade do Rio de Janeiro até o ano de 2005 e chamou a atenção para o Curso de Extensão de Sistemas de Ar Condicionado/Tecnologia com o Gás Natural, que está acontecendo na Faculdade de Engenharia da UERJ.

Bruno Leite da empresa BELIMO, presente pela segunda vez no Salão CLIMARIO, externou todo o seu entusiasmo com o crescimento do evento: “A feira cresceu muito e a área dobrou. Mas o mercado do Rio ainda é muito fraco e devemos ter a consciência de que as firmas de outros estados estão ganhando obras importantes no Rio de Janeiro. É importante participar de um evento como este, pois é uma fonte de divulgação onde é possível demonstrar novos produtos e soluções.

A TESTO, empresa que possui vários prêmios de qualidade e liderança mundial em vários setores, lançou o Eletronic Manifolds, o único digital no mercado. Segundo Leila Maria Queiroz da Silva, a empresa apostou na feira: “Essa era uma feira que o Rio de Janeiro não tinha. Então achamos importante participar desde o início. Ampliamos a linha de produtos e trouxemos toda a linha de ferramentas e suas atualizações”.

A TOTALINE de refrigeração e ar condicionado, pela segunda vez na feira, visualiza a participação no evento como forma de crescimento no mercado, consolidando a imagem e dando um atendimento diferenciado. “O mercado do Rio é onde toda empresa quer estar, e as empresas que expõem na feira têm uma visão a nível Brasil”.

A DUPONT, empresa líder no mercado de fluidos refrigerantes por mais de 60 anos, continua com sua liderança com a marca SUVA, além de lançar, nesse ano, o produto retrofit, que é a substituição do CFC e o HCFC-22 por um fluido alternativo que proporciona igual, ou melhor, performance a custos competitivos e que são ambientalmente aceitáveis. Renata Didiano citou a importância de participar da feira pelo fato de manter e fazer novos contatos e participar de congressos e palestras. Citou, ainda, o mercado carioca como uma potência, mas carente em novas soluções. Já Eleonor Barros disse: “A feira está muito boa e foi muito bem divulgada. Parabenizou o sucesso da feira em vários setores, como logística, suporte e organização, mas reclamou da ausência dos fabricantes da linha comercial e doméstica.
Reynaldo de Oliveira da ISOLEX parabenizou a feira: “O Salão 2004 está melhor do que na última edição. Houve uma maior divulgação”. Sugeriu apenas uma melhoria na divulgação junto às indústrias e construtoras. Relatou como único problema da feira o fato do segundo pavilhão ter ficado um pouco isolado e falou da importância de ter participado do evento, pois através dele, como suporte técnico-institucional, captou diversos negócios.

Dílson Carlos Carreira, da empresa POWERMATIC, elogiou o local agradável onde se realizou o CLIMARIO e deu destaque aos espaços abertos para as palestras. Relatou a importância do mercado carioca e o respeitável potencial do Estado em receber novas empresas. “Foi importante participar do evento porque as grandes empresas do Rio de Janeiro visitam a feira, tornando-se possível mostrar o lançamento de algum produto, e pela facilidade de fazer contato com vários clientes num curto espaço de tempo”, concluiu Dílson.

As empresas MULTIVAC e ITERMIL, que participaram da feira dividindo um estande com a POWERMATIC, lançaram um novo modelo de registro de vazão de ar. Robert Van Hoorn deu grande importância à palestra proferida pela MULTIVAC, que ajudou a divulgar seus produtos no mercado carioca, o segundo do Brasil.

A JOHNSON CONTROLS, com mais de um século de experiência no setor de controles, lançou nesta edição do CLIMARIO o sistema VG 1000. Segundo seus representantes, a empresa encaminhou muitos negócios durante a feira. Parabenizou o SINDRATAR/RJ pela realização do evento, pois faltava esta iniciativa no mercado do Rio de Janeiro, onde a empresa pretende retomar suas atividades.

Quem também participou pela segunda vez do Salão, com um dos estandes mais belo e elogiado, foi a REFRIGERAÇÃO SUDESTE. Paulo Caiado, Diretor da empresa, falou sobre a importância de estar presente na feira, uma vez que ela proporciona contatos, vendas e relacionamentos: “Participamos de várias feiras durante todo o ano, e estar nesta é muito importante”. Sobre o mercado carioca comentou não estar muito bem, mas acredita numa melhoria para o segundo semestre do ano.

A equipe da FULL GAUGE ficou muito satisfeita com o interesse dos visitantes pelos seus produtos e confiante na geração de bons negócios depois da feira. Em seu estande, deu destaque para o software SITRAD®, que permite o gerenciamento local ou a distância de instalações de climatização e refrigeração, e demonstrou a resistência dos sensores de sua fabricação com relação à penetração de umidade/água.


CLIMA RIO 2002

Clima Rio Surpreende Expositores e Profissionais do Ramo

Evento foi elogiado pelo alto nível de organização e pelo ambiente descontraido que proporcionou aos visitantes

Por volta de 2 mil pessoas estiveram presentes no CLIMA RIO 2002, realizado de 15 a 17 de maio no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro. Na opinião dos participantes do congresso, expositores, convidados e organizadores, o evento superou todas as expectativas de sucesso pela qualidade do Congresso e pela presença de cerca de 60 expositores altamente qualificados, dispostos nos 40 estandes do salão.

Depois de ter visitado diversas feiras pelo Brasil, um dos idealizadores do evento, Antônio Alberto Sachett, presidente do Sindratar-RJ, disse que o Rio merecia um acontecimento como este, e acredita que o mercado voltará a se estabilizar.

destaque da feira, a Totaline está no mercado brasileiro há mais de 25 anos. São 50 lojas no Brasil e, na América Latina, está presente no Chile, Argentina, Colômbia, Venezuela, México e Porto Rico. Especializada em peças, componentes e equipamentos de refrigeração, a empresa apresentou toda a sua gama de produtos. "A Totaline, desde 1994, vem participando de feiras, e esta em especial me surpreendeu pelo movimento. Fizemos alguns contatos com pessoas interessadas em ter uma franquia Totaline. Então, além de vendermos os nossos produtos, estamos vendendo a empresa como negócio", conta o diretor da empresa na América Latina, Alberto Englert.

Na avaliação dos representantes da Jap/Hitachi, Rodrigo Amorim e Aldir Muniz Barreto Filho, o CLIMA RIO abrirá as portas para outros eventos na cidade. "O Rio de Janeiro estava precisando desenvolver um projeto para esta área em especial. Acreditamos que outros eventos surgirão em decorrência deste", concordam. A Jap está há 30 anos no mercado. A empresa começou só na parte de manutenção, depois rumou para a parte de instalação e equipamentos de grande porte e hoje lidera a parte de distribuição, de venda de equipamentos de peças de split, compressores, tudo voltado para ar condicionado. O foco é inteiramente voltado para a parte de manutenção.

Segundo o engenheiro Matias C. Pinheiro, diretor comercial da Consult, o rendimento foi bom para uma primeira edição. "O horário de trabalho das pessoas acabou atrapalhando um pouco a visitação durante a semana, mas o saldo final foi bom para uma primeira experiência. As vendas mesmo com racionamento estão sendo satisfatórias e as feiras servem para divulgar nosso material", conclui.

A LG Electronics, um dos maiores fabricantes de condicionadores de ar do mundo, também não ficou de fora do evento. A Ambient Air, sua representante no Rio, ficou entusiasmada com a procura de informações no seu estande. "Todas as pessoas que nos visitaram faziam muitas perguntas e se interessavam em saber o preço de tudo. Acredito que isto se deve ao tamanho do estande e a quantidade de produtos expostos. Nós, também, trabalhamos com outras linhas e produtos da LG, como fogões e geladeiras. Porém, nesta feira fizemos uma parceria com a LG para apresentar apenas seus condicionadores de ar. Gostamos do CLIMA RIO porque recebemos alguns consumidores finais, o que não deixa de ser, também, nosso foco", explica Helena Dias da área de marketing da empresa.

Outro expositor que saiu satisfeito com o resultado da feira foi Álvaro Ribeiro da Tepco. "No Rio de Janeiro não havia uma feira especializada em refrigeração. Foi excelente a iniciativa. Faço parte da diretoria do Sindratar-RJ e eu mesmo não acreditava no sucesso do empreendimento. Uma pessoa decisiva no comando do evento foi o Edison Tito, um engenheiro que tem um conhecimento técnico muito avançado e que trouxe para o congresso um alto nível de profissionalismo. Para minha surpresa, recebi no estande pessoas do Brasil inteiro, inclusive colegas de São Paulo. Eles confessaram que ficaram muito impressionados com o nível do congresso. Participo de feiras há 25 anos e não me lembro de ter contado com uma organização, montagem e assistência dada ao expositor como a que eu tive nesta feira", ressalta.

Paulo Caiado, diretor da Refrigeração Sudeste, disse ter aproveitado a ocasião para reafirmar a marca no setor e fazer contatos com clientes e fornecedores. "Eu gosto de participar e acompanhar o desdobramento das feiras. Para uma primeira edição, foi bastante razoável o movimento. Foi um evento pequeno em relação aos outros, mas o CLIMA RIO se diferenciou pelo público direcionado. Nossa intenção era reafirmar o nosso negócio e fazer contatos. Foi um momento de união com os clientes e fornecedores".

Um dos estandes mais procurados do CLIMA RIO foi a da Mycom, empresa de tecnologia japonesa com filial no Brasil. A Mycom é fabricante de compressores de refrigeração e está no mercado nacional há 35 anos. Silvio José Guglielmoni, gerente geral da Mycom na América do Sul, esperou o evento para lançar uma novidade exclusiva no mercado. "Fizemos uma boa escolha em lançar no CLIMA RIO o nosso primeiro compressor acionado com motor a gás. Muitos engenheiros, pessoal de supermercados e de refrigeração nos procuraram interessados em conhecer o equipamento com a intenção de compra. Estamos admirados com o resultado".

Congresso Reúne os Melhores Especialistas

O sucesso da primeira edição do CLIMA RIO se deve, em muito, ao Congresso Internacional de Climatização, Cogeração e Gás Natural, que reuniu um grande número de profissionais e especialistas do ramo. Os principais temas abordados foram sobre a conservação de energia, cogeração e energias alternativas.

O coordenador do congresso e também conferencista, eng. Edison Tito, inaugurou o evento falando do mercado altamente competitivo e da urgência de uma união maior entre a classe. "Algo é urgente e imediato. Precisamos ser mais éticos e unidos na qualidade de nossos serviços. Nesse evento teremos a oportunidade de conhecer as últimas novidades em equipamentos e materiais. Estou muito orgulhoso de presidir e fazer parte deste congresso".

Logo depois, o secretário de Energia do Estado, Luiz Limaverde, reforçou a importância do evento pelo momento de crise energética que vive o País. "Nós estamos vivendo um momento de transição técnica. Devemos 'levantar a bandeira' da eficiência energética e fontes alternativas, como, por exemplo, o reaproveitamento de lixo urbano como fonte energética. Buscar soluções que venham a agregar no processo tecnológico do País é fundamental. Um evento como este nos dá a possibilidade de aprender mos mais e contribui com informação para o Estado", discursou.

O congresso começou com a palestra do diretor do Departamento de Política Energética do Ministério das Minas e Energia, Sérgio Valdir Bajay: "As perspectivas futuras da energia no Brasil". O palestrante esclareceu como é feita a formulação de políticas públicas, de planejamento e de regulação do setor energético no atual Ministério. Explicou que a atividade de planejamento propicia um suporte quantitativo à formulação de políticas energéticas e ela deverá sinalizar à sociedade metas de longo prazo. "Cabe ao Ministério fortalecido e melhor estruturado definir os estudos de planejamento necessários para se quantificar metas para as potenciais políticas energéticas", complementou. Bajay ainda anunciou alguns projetos que estão sendo estudados na área de eficiência energética, como: aquecedores solares, sistema motriz eficiente e prédios públicos. Segundo ele, com o planejamento prévio e com a integração de novas práticas, se prevê uma economia de 4 bilhões KWh/ano.

Já o professor titular do Instituto de Economia da UFRJ, Adilson de Oliveira, abordou o tema de cogeração no Brasil. Falou sobre as vantagens da cogeração para o consumidor e para a sociedade e dos problemas que devem ser equacionados. "As maiores vantagens da cogeração para o consumidor é a redução de custos e maior confiabilidade. Para a sociedade é basicamente a preservação da base dos recursos naturais, menos impacto ambiental e maior confiabilidade no suprimento elétrico. Alguns problemas devem ser equacionados para que a cogeração se torne algo real no Brasil, como: a equalização das condições econômicas de suprimento do GN, o preço para eletricidade no mercado spot fixado pelo mercado, a oferta de contratos favoráveis para os cogeradores nos leilões das empresas estatais e a formação massiva de quadros técnicos capazes de operar equipamentos de cogeração. A cogeração tem um futuro brilhante, mas tem o presente difícil", analisou.

A CEG também participou das discussões com a presença do gerente de climatização e geração da estatal, Guilherme Mello. Ele enfatizou os objetivos da companhia no Estado e apresentou projetos que deverão ser implementados em breve. "A CEG e a CEG Rio são praticamente a mesma companhia operacionalmente. É uma concessão do Estado. Nosso principal objetivo é expandir a ação para novos municípios, como: Niterói, São Gonçalo e Guapimirim. Estamos com alguns projetos envolvendo o gás natural no Rio: aquecedores residenciais, fornos para uso comercial, GNV, climatização a gás, geração, cogeração e termoelétricas. O gás natural é um mercado em potencial no Brasil", discutiu.

"As ações da Abrava na conservação de energia", palestra ministrada por Arnaldo Lopes Parra, vice-presidente do Departamento Nacional dos Fabricantes de Ar Condicionado Central, mostrou que a entidade sempre esteve à frente dos aspectos relacionados com a utilização racional de energia, através de seus canais de divulgação, como a revista da Abrava, por exemplo. "É muito importante que a nossa visão perante o Brasil seja levada em conta para a elaboração de leis. Essa opinião é disseminada dentro do próprio governo. A sociedade e os clientes devem saber, através dessa revista, que existem muitas alternativas no setor energético. Essa é uma de nossas maiores prioridades".

Mas os destaques do congresso foram mesmo os americanos John Andrepont,presidentedaCool Solutions Company, e Shirley Hansen, da Kiona International. John fundou e conduz a Cool Solutions, com um foco no desenvolvimento técnico e comercial na questão de armazenamento térmico da energia (TES) e refrigeração de turbinas por combustão (CTIC). Seu trabalho foi primordial para o desenvolvimento de sistemas de refrigeração nos distritos de Chicago, Cincinnati, Lansing, Michigan, Oklahoma, Orlando e Washington. John se envolveu em mais de cem projetos de TES, totalizando milhões de toneladas/hora de armazenamento e de centenas de Mwe da gerência de demanda elétrica. Durante seus 25 anos de carreira, trabalhou em toda a América do Norte, do Sul, Oriente Médio e na região Ásia-Pacífica.

Shirley Hansen é reconhecida internacionalmente por defender qualidade no desempenho de seus projetos. Liderando sua firma, Kiona International, trabalhou com ESCO (Energy Service Company), desenvolvendo-o em 30 países para governos, bancos internacionais e companhias privadas. Durante sua apresentação, afirmou que há grandes possibilidades para a implementação das atividades ESCO no Brasil, apesar das dificuldades.